quinta-feira, 19 de julho de 2007

O frio percorre pelas ruas
Pelo meu corpo, quente...se arrepia
De leve o calafrio sobe pela espinha como uma flecha solta no ar
Posso ouvir seus passos.
O aço da espada
O ufar dos guerreiros cansados
Quem os entende? Nem sabem o que estão fazendo...
As cordas da cítara
O gosto do damasco
Envena a carne
Azeda e amarga a alma rude
Volta a face sobre os seus
Quem será capaz de libertar
Esse exército, maltrapilhos
Não entendem por que estam aqui
Nem nós entendemos por que
O vento corre pelo meu rosto
Volto a mim
O que faço aqui?!

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